Categoria Opinião

Image accompanying the article on May Day 2026 and the communist hypocrisy on display in China, Cuba, North Korea and among American socialists.

Primeiro de Maio de 2026 expõe a hipocrisia comunista em todo o mundo

A China alardeou um boom de consumo no Dia do Trabalhador de 2026, soando mais capitalista do que comunista, enquanto Cuba, Coreia do Norte e Vietnã encenaram os habituais espetáculos de bandeiras vermelhas. Socialistas estadunidenses também participaram, exigindo paralisações econômicas, fronteiras abertas e impostos sobre a riqueza. Mais uma vez, a esquerda global revelou como o controle estatal esmaga as próprias liberdades que alega defender.

Image accompanying the article on Belgium reversing its nuclear phase-out and taking control of its seven reactors, proving Trump right on energy.

Belgium First: reversão nuclear mostra por que Trump estava certo sobre energia

A Bélgica está reabrindo a porta nuclear e se movendo para garantir o controle sobre todos os sete reatores, marcando não apenas uma mudança energética, mas uma correção de soberania. Enquanto Merz, da Alemanha, admite que a eliminação gradual foi um erro estratégico, a Bélgica prova que os alertas de Trump estavam certos: energia confiável supera o dogma verde todas as vezes.

Image accompanying the article on the United Arab Emirates leaving OPEC and what it means for oil prices, Russia and America First.

EAU abandona a OPEP: o que isso significa para os preços do petróleo, a Rússia e America First

A OPEP acaba de sofrer um golpe massivo depois que os Emirados Árabes Unidos, seu terceiro maior produtor, se retiraram, escolhendo a aliança com os Estados Unidos e Israel em vez da lealdade ao cartel, após semanas de ataques com mísseis iranianos. Os Emirados Árabes Unidos planejam aumentar a produção para 5 milhões de barris por dia, ameaçando o financiamento da guerra da Rússia e os preços globais do petróleo.

Image accompanying the article on King Charles III addressing a joint session of the US Congress and urging support for Ukraine’s war.

Visita do rei Charles ao Congresso dos EUA: um impulso real para manter os Estados Unidos na guerra da Ucrânia

Rei Charles III fez história hoje, discursando no Congresso e exigindo "determinação inabalável" pela Ucrânia. Mas quem nomeou um rei estrangeiro para ditar a política de guerra estadunidense? Enquanto os parlamentares ofereciam ovações de pé, os contribuintes estadunidenses pagam a conta. Essa visita real é realmente diplomacia, ou o último esforço desesperado de lobby da OTAN?

Image accompanying the article on the 3,000 Ukrainian refugees who marched in Wroclaw against Zelensky and the European media silence about it.

A guerra que os globalistas querem: por que a mídia europeia silenciou os próprios manifestantes da Ucrânia

Refugiados ucranianos acabam de destruir a narrativa oficial. Em Wroclaw, na Polônia, 3.000 pessoas que fugiram da Ucrânia marcharam contra Zelensky, exigindo liberdades civis, eleições livres e o fim da guerra. Nenhum veículo da grande mídia polonesa cobriu o evento. Por que Zelensky rejeita o plano de paz de Trump quando seus próprios cidadãos imploram por ele?

Image accompanying the article on Trump blasting German Chancellor Merz over his criticism of the strikes on Iran and Europe’s nuclear appeasement.

Trump critica o chanceler alemão Merz por apaziguamento nuclear com o Irã

O chanceler alemão Merz classificou os ataques dos Estados Unidos e de Israel ao Irã como "imprudentes", e Trump respondeu com firmeza. Enquanto Merz finge que as ambições nucleares de Teerã são administráveis, o Irã financia o Hezbollah, o Hamas e ameaça o Estreito de Ormuz. O apaziguamento da Europa tem um preço, e a história mostra que as nações livres sempre o pagam.

Image accompanying the article on the 2026 Miami G20 at Trump National Doral and how Trump uses the summit to reward allies and sideline fence-sitters.

Mapa de poder do G20 em Miami: como Trump usa a cúpula para recompensar aliados e marginalizar os indecisos

O G20 de Miami em 2026, no Trump National Doral, está se configurando como mais do que uma cúpula: é uma demonstração de poder. Com a Espanha discretamente deixada de lado e a Rússia sendo cogitada para um retorno, Trump está redesenhando alianças em torno de poder concreto, segurança energética e divisão de responsabilidades. A Europa e a América Latina estão recebendo uma mensagem clara: ancorar ou ficar à deriva.

Image accompanying the article on King Charles’s visit to Washington and why Britain still relies on the special relationship with the United States.

Por que a Grã-Bretanha ainda voa até Washington mesmo quando seu rei Charles parece “woke” para o MAGA

O rei Charles chegou a Washington não com rosas, mas com o peso da história. A "relação especial" entre Reino Unido e Estados Unidos, forjada por meio de guerras mundiais, da OTAN e de alianças de inteligência, está sendo reafirmada. Até os críticos admitem que a visita sinaliza que a Grã-Bretanha ainda escolhe Washington em vez de Bruxelas como sua prioridade.

Image accompanying the article on Canadian trade barriers, the 270 percent dairy tariffs and the strain they put on the US-Canada alliance.

Amigos ou aproveitadores? Como as barreiras comerciais canadenses tensionam a aliança EUA-Canadá

Carney afirma que "os Estados Unidos mudaram," mas o Canadá há muito mantém barreiras comerciais que chegam a 270% sobre laticínios estadunidenses. O presidente Trump finalmente confrontou o sistema protecionista de gestão de oferta de Ottawa, as tarifas sobre cotas excedentes e as regras de "compre canadense" que sufocam as exportações dos Estados Unidos. Aliados de verdade não se escondem atrás de muros de 300% e depois exigem reciprocidade de Washington.

Flames of gas flaring at an Iranian oil and gas complex with desert mountains in the background, illustrating the pressure on Iran’s oil network.

Alavancagem máxima sobre o petróleo do Irã: o bloqueio de Trump sem outra guerra terrestre

A estratégia de alavancagem do presidente Trump coloca os mulás do Irã contra o relógio, enquanto sua rede petrolífera corre o risco de colapso por pressão e má gestão. Com apenas dias antes que a infraestrutura possa entrar em colapso, o poder America First usa energia, timing e medo de perdas para forçar o regime a recalcular, sem enviar tropas para mais uma guerra eterna no exterior.