Categoria Globalismo

Merz ataca os Estados Unidos no Congresso Católico de Würzburg e liga para Trump no mesmo dia

Hoje, o chanceler alemão Friedrich Merz chocou muitos ao declarar que não enviaria seus filhos aos Estados Unidos, citando um repentino "clima social." Dita no 104º Congresso Católico em Würzburg, sua declaração revela um padrão: Merz ataca os Estados Unidos para agradar o público doméstico enquanto depende das tropas estadunidenses para a segurança da Alemanha.

Obama e a diplomacia paralela: a rede globalista revelada

Relatórios recentes expõem como Barack Obama conduz política externa não oficial por meio de sua fundação. Ao se reunir com líderes como Keir Starmer e elites como Alex Soros, essa diplomacia paralela de Obama contorna a Lei Logan e a supervisão constitucional. A soberania estadunidense exige prestação de contas dessas redes globalistas não eleitas.

Rafael López Aliaga, the conservative candidate in Peru's 2026 presidential election, pictured during the campaign.

De Trump a Bolsonaro a López Aliaga: conservadores e a criminalização da dissidência

O primeiro turno de 2026 no Peru deixou o conservador Rafael López Aliaga por pouco fora do segundo turno, e agora ele enfrenta acusações criminais por convocar protestos em todo o país. O padrão ecoa Trump em 2020 e Bolsonaro em 2022. Três cenários prováveis para 7 de junho podem remodelar a estabilidade política do Peru e os interesses regionais dos Estados Unidos.

Exterior view of the European Parliament building, seat of the European Union's legislature.

O sonho de “nova ordem mundial” de Carney: a Europa não pode liderar o que não consegue financiar

O primeiro-ministro canadense Mark Carney diz que a ordem internacional será "reconstruída a partir da Europa." Mas a Virgínia Ocidental, o segundo estado mais pobre dos Estados Unidos, já supera o PIB per capita da Alemanha. A Europa não consegue financiar suas próprias forças armadas, não consegue unificar seus idiomas, não consegue unir grupos étnicos e não consegue concordar sobre um exército comum. Tuítes não são uma ordem mundial.

Image accompanying the article on King Charles III addressing a joint session of the US Congress and urging support for Ukraine’s war.

Visita do rei Charles ao Congresso dos EUA: um impulso real para manter os Estados Unidos na guerra da Ucrânia

Rei Charles III fez história hoje, discursando no Congresso e exigindo "determinação inabalável" pela Ucrânia. Mas quem nomeou um rei estrangeiro para ditar a política de guerra estadunidense? Enquanto os parlamentares ofereciam ovações de pé, os contribuintes estadunidenses pagam a conta. Essa visita real é realmente diplomacia, ou o último esforço desesperado de lobby da OTAN?

Image accompanying the article on the 3,000 Ukrainian refugees who marched in Wroclaw against Zelensky and the European media silence about it.

A guerra que os globalistas querem: por que a mídia europeia silenciou os próprios manifestantes da Ucrânia

Refugiados ucranianos acabam de destruir a narrativa oficial. Em Wroclaw, na Polônia, 3.000 pessoas que fugiram da Ucrânia marcharam contra Zelensky, exigindo liberdades civis, eleições livres e o fim da guerra. Nenhum veículo da grande mídia polonesa cobriu o evento. Por que Zelensky rejeita o plano de paz de Trump quando seus próprios cidadãos imploram por ele?

Image accompanying the article on King Charles’s visit to Washington and why Britain still relies on the special relationship with the United States.

Por que a Grã-Bretanha ainda voa até Washington mesmo quando seu rei Charles parece “woke” para o MAGA

O rei Charles chegou a Washington não com rosas, mas com o peso da história. A "relação especial" entre Reino Unido e Estados Unidos, forjada por meio de guerras mundiais, da OTAN e de alianças de inteligência, está sendo reafirmada. Até os críticos admitem que a visita sinaliza que a Grã-Bretanha ainda escolhe Washington em vez de Bruxelas como sua prioridade.